Coluna – Lições do Aeroporto

Eu convivi por algum tempo com um grupo de pastores que se reuniam para o discipulado com o Pr. Josué Martins, da Missão Avante. Os encontros geralmente eram marcados na lanchonete do Aeroporto do Galeão, pois o Pr. Josué sempre afirmava que o mundo passava por ali e ele desejava que nós, pastores novatos, desenvolvêssemos uma visão de mundo, uma paixão missionária.

Agora estou aqui, sentado no Aeroporto Internacional em Bangkok, Tailândia, depois de mais de 36 horas de viagem, e percebo que o mundo realmente passa pelos aeroportos. Na primeira etapa da viagem, fiquei parado no Aeroporto Internacional de Frankfurt, Alemanha e foi lá que percebi três verdades que desejo compartilhar com você.

O Mundo é pequeno. Podemos tomar café da manhã no Brasil e jantar em Frankfurt. Em apenas dez horas, fiz uma viagem que há bem pouco tempo, precisaríamos de pelo menos um mês. Recordo-me que na viagem à China, quando o amado e saudoso Pr. Tymchak estava conosco, ele compartilhou que no início de sua liderança na Junta de Missões Mundiais, em 1979, ou seja, há apenas 32 anos, ele precisava de pelo menos um mês de navio para ir do Brasil à Europa. O Mundo é pequeno!

O Mundo é plural. É admirável perceber a variedade dos povos. Em poucas horas vi famílias muçulmanas com seus trajes típicos, sicks hindus, monges budistas, ripes, empresários, e nós, eu e Pr. Ebenézer Bittencourt, evangélicos. O mundo é plural em idiomas, culturas, roupas, religiões. Mas, interessante notar, no avião, quando uma forte turbulência nos balançava, as feições de medo nos aproximavam.

O Mundo é global. O avião da TAM saiu do Brasil para Frankfurt com mais de 300 passageiros e o da Thai Airways saiu da Alemanha com mais de 350 passageiros. O mundo gira, o mundo se movimenta, as lojas são semelhantes, os Mac Donalds são os mesmos. O mundo global se comunica pelo Skype e usa os mesmos equipamentos como PCs, Mac`s e Iphones. O Mundo é Global, o quintal é um só.

A obra missionária já não se apresenta como um desafio devastador, aonde ir ao campo era afastar-se totalmente da família, amigos, cidade, país. O Mundo que é pequeno e global, nos espera de braços abertos, mesmo com todo o seu pluralismo.

Lívio Renato

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Categorias: Coluna Semanal

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